Quando um homem morre.

“Quando um homem morre, ele se reintegra em sua respeitabilidade a mais autêntica, mesmo tendo cometido loucuras em sua vida. A morte apaga, com sua mão de ausência, as manchas do passado e a memória do morto fulge como diamante.”

(Jorge Amado - A morte e a morte de Quincas Berro D’Água)