“L’amour le plus fort est celui qui n’est pas partagé. J’aurais preferé ne jamais le savoir, mais telle est la verité: il n’y a rien de pire que d’aimer quelqu’um que ne vous aime pas - et em même temps c’est la chose la plus belle qui me soit jamais arrivé. Aimer quelqu’un qui vous aime aussi, c’est du narcisisme. Aimer quelqu’un qui ne vous aime pas, ça, c’est l’amour.”
(Frédéric Beigbeder - L’Amour dure trois ans)
“Longtemps, mon seul but dans ma vie était de m’autodétruire. Puis, une fois, j’ai eu envie de bonheur. C’est terrible, j’ai honte, pardonnez-moi. Um jour, j’ai eu cette vulgaire tentation d’être heureux. Ce que j’ai apris depuis, c’est c’était la meilleure manière de me détruire.”
(Frédéric Beigbeder - L’Amour dure trois ans)
“If neurotic is wanting two mutually exclusive things at one and the same time, then I’m neurotic as hell. I’ll be flying back and forth between one mutually exclusive thing and another for the rest of my days.”
(Sylvia Plath - The Bell Jar)
pra minha mamãezinha favorita ♥ goodwritingissexy (via laritza)
“Somos uma geração que come de pé, que trocou os doces ritos que cercavam o nobre ato de alimentar-se, por uma apressada ingestão de calorias. Já não comemos, abastecemo-nos como um veículo, como um automóvel encostado à sua bomba. Trocamos as velhas salas de jantar por mesas de abas, que se improvisam, às pressas, de um consolo exíguo encostado a uma parede. E o que sabe de um lar uma criança que não foi chamada, na doçura da tarde, do fundo de um quintal, para interromper as correrias, lavar mal-e-mal as mãos e vir sentar-se à mesa posta para o lanche, com mansas senhoras gordas que vieram visitar a mamãe? É a hora dos quitutes, das ingênuas vaidades doceiras, da exibição das velhas receitas, copiadas em letra bonita de um caderno ornado de cromos. Somos uma geração que perdeu o privilégio de não fazer nada, aquele doce não-fazer-nada que é a mansa hora do repouso, o embalo da rede na frescura de uma varanda, a quietude ensolarada de um pomar em que o sono da tarde nos pegou de repente, a hora de armar brinquedos para as crianças, das visitas que chegam sem se fazer anunciar, pois na certa estaremos em casa para uma conversa despreocupada e sem objetivo. (…) Perdemos o abençoado tempo de perder tempo, de não fazer nada, a única hora em que a gente se sente viver. O mais é canseira e aflição de espírito.”
(Elsie Lessa)
“I’m a good person. In most ways. But I’m beginning to think that being a good person in most ways doesn’t count for anything very much, if you are a bad person in one way.”
(Nick Hornby - How to be Good)
“Love, it turns out, is as undemocratic as money, so it accumulates around people who have plenty of it already: the sane, the healthy, the lovable.”
(Nick Hornby - How to be Good)
“It seems to me now that the plain state of being human is dramatic enough for anyone; you don’t need to be a heroin addict or a performance poet to experience extremity. You just have to love someone.”
(Nick Hornby - How to be Good)